O Filho de um Rebanho
Ao Meste Caero de um discipulo vagabundinho.
I
Enquanto todos lutam para amar o pensar
eu Luto em não amar e muito menos pensar
Sou filho de caero mas logo não existo
guardo todo meu rebanho
e logo volto a sonhar.
II
Há Pessoas que dão rizadas
Aquelas gostosas gargalhadas
Mas há pessoas que não.
Pois sua garganta é afiada
Bom de todas as pessoas
eu costumo gargalhar
mas algumas dizem que
sou apenas um sonhador
vai lá intender, orra
quando gargalha é sonhador
quanto calado é depreminte
Ainda vou intender esses
humanos.
III
Três dias e duas noite
Sentando e olhando
eu aprendi uma canção
Que dia não é noite
muito menos perdição
posso viver todos os dias
em vão ou morrer ao menos conhecendo
uma unica paixão.
IV
Mas isolando o inevitavel
o caos se ordena
penso em não pensar
vivo de viver
cuido apenas de ovelhas
e quando a paixão me cede meu cajado
volto em minha face
na morte o inevitavel
de nada existe
pois nunca senti-la
a vida de nada
existe pois nunca senti-la
meu corpo não existe
pois nunca eu vi-la
mas de certo algo
eu vejo rebanhos
a serem ordenados
e de min o seu eterno guardador
até aonde eu ainda
ver.
Poeta Alheio
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